Batedores do Comando Marajoara participam de simulação de escolta para a COP 30

Belém (PA) – A Escolta de Chefes de Estado é uma das capacidades do Exército que serão empregadas pelo Comando Operacional Conjunto Marajoara para a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP 30). Com o objetivo de aprimorar as missões de escolta, militares participaram, neste sábado (18), de um Exercício Simulado coordenado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) e Secretaria de Segurança Pública do Pará (SEGUP) nas ruas de Belém. 

Mais de 500 motociclistas farão parte do serviço de Escolta durante a COP. O trabalho também inclui o monitoramento das rotas, já definidas, desses comboios no Centro Integrado de Comando e Controle (CICC).

“Os trabalhos de escolta têm uma formatação de acordo com cada evento. Na COP 30, é necessária a formação de uma Central de Escolta, que atualmente está com 18 policiais trabalhando, desde o início, até o final da escolta de uma autoridade. A Central de Escolta conta com um integrante de cada órgão, para que haja a comunicação entre as partes. Nesse contexto, há apenas um coordenador, que determina quando sai uma escolta, para evitar cruzamentos e transtornos no meio da cidade”, detalhou o Agente Queiroz, Policial Rodoviário Federal.

Ainda de acordo com a PRF, este treinamento é importante para verificar os impactos do fechamento das vias. 

Comando Marajoara

“O Exército Brasileiro fez um esforço de concentração de meios, trazendo 92 batedores com vasta experiência neste tipo de evento”, destacou o Coronel Newton, Comandante da Força Componente de Coordenação de Escolta do Comando Marajoara. 

Parte desse efetivo será composto por integrantes da 15ª Companhia de Polícia do Exército, em Belém, e parte chegou de outros estados. 

“Atualmente, estamos sendo empregados nas escoltas de autoridades civis e militares na COP 30. Ano passado, pudemos participar do G20, este ano do BRICS e hoje estamos com a oportunidade de somar com a Força na organização das escoltas desse evento de suma importância”, detalhou o Sargento Barbosa Neto, do 1º Batalhão de Guardas (RJ).

Texto: Ten Thaís Rezende

Fotos: ProdDiv; Agência Pará; Ten Thaís

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