Praça da Bandeira recebe lançamento da “Freezone Cultural” em Belém

Belém (PA) – Ao som de carimbó e brega, a icônica Praça da Bandeira, em Belém, recebeu na sexta-feira (13), o lançamento da “Freezone Cultural Action”, programação que será realizada durante a COP 30 e deve envolver 120 mil pessoas. Na última quinta-feira (12), o Comando Militar do Norte (CMN) e a Prefeitura de Belém firmaram acordo para que o espaço passe, de forma gradativa, para a gestão do Exército.

“A Freezone tem como objetivo introduzir o jovem no debate da COP. Então, precisávamos de um lugar popular para montar essa estrutura temporária. Como legado da Freezone, nós vamos devolver para a sociedade o restauro e a revitalização da Praça para que a população possa voltar a utilizar o local de forma mais segura”, explica o fundador e presidente do Instituto Cultural Artô, Giovanni Dias.   

A Freenzone Cultura Action conta com parceria do Comando Militar do Norte (CMN) e da Prefeitura de Belém para a implantação e revitalização da Praça da Bandeira durante a COP30. O projeto está marcado para acontecer entre 9 e 21 de novembro e contará com arenas, painéis, shows e atividades imersivas, buscando envolver 120 mil pessoas ao longo dos 12 dias, sempre a poucos quilômetros do centro oficial da COP30.

“O Comando Militar do Norte (CMN) se coloca em parceria com a Associação Brasileira do Alumínio (ABAL), Instituto Artô, Prefeitura e Governo do Estado para que, efetivamente, fique um legado tangível para a população. O objetivo é que os moradores do entorno possam viver a Praça, sem nos descuidarmos das pessoas que vivem no espaço. Após a COP 30, a Praça da Bandeira será uma opção de cultura e lazer, que impacte as gerações futuras”, afirmou o General Santana Netto, durante seu discurso no evento.  

O evento foi aberto à população, que aprovou o projeto na Praça da Bandeira. “Uma praça que estava perdendo sua história e esse projeto permite que ela seja revitalizada. Um espaço democrático para o público, os estudantes, sendo revitalizada permite que o debate ambiental, político e econômico, social possa florir na nossa comunidade”, destaca o estudante Daniel Tavares.

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